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quarta-feira, 1 de abril de 2009

VENCER

segunda-feira, 23 de março de 2009

Caminho a Cristo em mp3

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A graça de Cristo

A graça de Cristo é suficiente



“A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza.” (2 Coríntios 12:9)



Infelizmente, o ser humano vive em rebelião contra Deus. Consciente ou inconscientemente (menos provável). Pecado é transgressão da lei (1 João 3:4) e, também rebelião contra Deus, pois a lei de Deus é um transcrito do Seu caráter. Muitas pessoas – a sua grande maioria - vivem uma vida alienada da realidade de um Deus vivo, de amor, santo, amigo e Salvador. Um Deus que em breve voltará. Deliberadamente, a criatura escolhe seus próprios caminhos, sem considerar aqueles propostos por Deus para o seu bem-estar (Deuteronômio 30:19; ver também João 14:6).

Ao viver uma vida despreocupada, espiritualmente falando, o ser humano substitui, em seu coração, o lugar que deveria pertencer a Deus, com coisas efêmeras, transitórias e passageiras, coisas deste mundo mal (1 João 5:19). Nesse contexto, esquece-se ou deixa de levar em consideração ao menos três coisas fundamentais para sua vida: (1) todas as coisas que são cobiçadas nesse mundo passam (1 João 2:17); (2) onde depositamos nossos tesouros, depositamos também nosso coração (Mateus 6:21); (3) os interesses de Deus deveriam ter a primazia em nossa vida, em detrimento dos interesses humanos e coisas seculares (Mateus 6:33). Com efeito, este mundo em breve passará (Apocalipse 21:1; 2 Pedro 3:13).

Separado de Deus não há vida para o ser humano – talvez, ele apenas não tem consciência dessa verídica verdade ainda – pois Deus é o Autor, Sustenedor e Mantenedor da vida. Com efeito ele é a própria vida. A essência e a razão da vida é Deus.

Satanás – o ser a qual muitos optam por negar a existência – é o originador da doença. A religião de Cristo, provê cura, não apenas física, mas sim espiritual – para o principal, pior e raiz de todos os males: o pecado.

Nesse aspecto, estamos diante da maior ironia humana, pois o ser humano lida com as causas derivadas e secundárias, mas não com a raiz do problema. Ignora a realidade espiritual e, com isso, igualmente ignora a origem do problema maior, dos quais derivam todas as demais desgraças e infortúnios humanos, a saber, a escravidão do pecado.

Ignora o contexto espiritual, mas sofre fisicamente as conseqüências provindas e oriundas do mesmo. Reluta em aceitar que o espiritual afeta o físico. Pobre ser humano! Busca, desesperadamente encontrar paz de espírito e alento para o coração, mas não os encontra. Não encontra porque tem buscado no lugar errado. Paz genuína, descanso dos fardos que nos oprimem, e alento para o coração apenas Cristo pode dar (Mateus 11:28-30; João 14:27; 16:33).

Negligenciar tal realidade, é colocar-se na trilha da angústia, desilusão, sofrimento e tristeza. É escolher o vazio.

Mas, o ser humano pinta o quadro negro com cores alegres e assim mascara as trevas que envolvem o seu ser. Não aceita a realidade do pecado até que a dor e o sofrimento, arrebatadoramente e sem aviso prévio adentram-lhe a vida. Aquilo que parecia distante, surreal ou ainda uma realidade alheia à sua, agora é mais que real; tão palpável que pode ser sentida na própria pele – a dor.

Diante da morte o ser humano clama pela vida. Não quer morrer. Mas negando a Jesus, negou deliberadamente a vida que agora almeja. Quando tudo falha, quando a ciência não pode, quando a medicina não pode, quando o dinheiro não consegue – quando todas as soluções humanas não são capazes – quando a sua visão horizontal (relacionamento entre pessoas) já não vê mais a luz, no fim do túnel; o ser humano, em desespero, volve seus olhos para cima.

Busca justo aquele o qual nunca creu, nunca confiou, nunca desejou, nunca amou. Aquele o qual quis ser o Amigo fiel, mas fora rejeitado. Quando tudo falha, o ser humano busca o relacionamento vertical – busca o Deus DESCONHECIDO. O Deus o qual ouviram falar, mas que não conhecem intimamente.

Quando tudo nesse mundo encontra o seu limite, Deus entra em cena. Os limites não se aplicam ao Deus do Impossível. Quando tudo falha, Deus não falhará; a ciência não pôde, a medicina não conseguiu; Deus tudo pode fazer.

Como explicar o amor de um Deus assim? Um Deus que foi, continua e continuará sendo rejeitado por muitos, mas que não se cansa de amar. Um Deus que não consegue parar de amar. Para Ele simplesmente não dá. É impossível a Deus deixar de amar, porque Ele é amor (1 João 4:8) e porque ama com amor eterno (Jeremias 31:3) – porque Ele é eterno. O amor nunca acaba.

De fato, “a graça de Deus nos basta”, porque é justamente em nossa fraqueza, em nosso momento mais vulnerável que resolvemos volver os olhos para o alto – para o Céu – e escolhemos em nosso ínteri, crer no Deus invisível.



Um dia essas mesmas pessoas, oro eu por isso, deparar-se-ão com esse Deus maravilhoso e, assim como foi com Saulo, que após encontrar-se com Cristo na estrada de Damasco tornou-se Paulo – um homem completamente diferente; terão suas vidas transformadas.



Mesmo agora, educada e amorosamente Cristo está batendo à porta do seu coração (Apocalipse 3:20), não gostaria você de abri-lo e ter a sua vida transformada?



Não temas. A graça de Jesus Cristo te basta.

Fonte:Equipe Amigos Adventistas